Fiz essa semana o exame da Aliança Francesa. Estávamos muito inseguros se somente as declarações do nosso professor particular seriam suficientes, portanto, achamos melhor eu fazer um teste de nível para mandarmos junto com a documentação. Quando cheguei lá, fui atendida pela professora que já iniciou com a conversação. Fiquei nervosa, até mesmo porque não tinha praticado com ninguém, foi bem difícil desenvolver a conversa. Ela ficou bastante desconfiada de que meu francês era muito ruim, e me passou o teste escrito. A parte de áudio foi bem simples, acertei tudo, até mesmo porque ela me deu a oportunidade de ouvir o diálogo mais de uma vez. A parte de leitura e interpretação de texto também foi bem simples, pela semelhança do francês com o português e o texto era extremamente fácil, também gabaritei. Na redação havia três textos a ser desenvolvido, dois bem simples e um mais difícil, com muito uso do passé composé, mas nada tão complicado. Me enrolei nesse um pouco porque confundi o uso dos verbos être com o avoir, uma droga. Na hora de corrigir, a professora ficou muito confusa em qual nível me colocar, por conta da minha conversação fraca. No final, ela optou por me colocar no último nível do básico ao invés do primeiro intermediário. Nisso, garanto dois semestres, o que equivale a quase 130 horas... No entanto, a recomendação nas palestras era garantir 150hs de francês. Fiquei muito insegura com esse resultado e pensei em refazer o teste mês que vem. No entanto, um fato que aconteceu essa semana me fez mudar de idéia. O Lucas, meu cunhadinho, fez a entrevista ontem e passou! Ele disse que foi relativamente simples, que foi tranquilo. Acredito que, portanto, posso estar sendo um pouco pessimista, afinal, oficialmente, não há exigência dessas horas. As informações que tenho recebido no fórum também afirma isso. Decidimos, portanto, mandar o que temos. É claro que a idéia é melhorar isso até a entrevista. Com essa etapa decidida, já temos quase tudo para mandar para São Paulo, faltando somente o restante das cartas de trabalho e o passaporte do Felipe. Estamos quase lá!!
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Aliança Fracesa
Fiz essa semana o exame da Aliança Francesa. Estávamos muito inseguros se somente as declarações do nosso professor particular seriam suficientes, portanto, achamos melhor eu fazer um teste de nível para mandarmos junto com a documentação. Quando cheguei lá, fui atendida pela professora que já iniciou com a conversação. Fiquei nervosa, até mesmo porque não tinha praticado com ninguém, foi bem difícil desenvolver a conversa. Ela ficou bastante desconfiada de que meu francês era muito ruim, e me passou o teste escrito. A parte de áudio foi bem simples, acertei tudo, até mesmo porque ela me deu a oportunidade de ouvir o diálogo mais de uma vez. A parte de leitura e interpretação de texto também foi bem simples, pela semelhança do francês com o português e o texto era extremamente fácil, também gabaritei. Na redação havia três textos a ser desenvolvido, dois bem simples e um mais difícil, com muito uso do passé composé, mas nada tão complicado. Me enrolei nesse um pouco porque confundi o uso dos verbos être com o avoir, uma droga. Na hora de corrigir, a professora ficou muito confusa em qual nível me colocar, por conta da minha conversação fraca. No final, ela optou por me colocar no último nível do básico ao invés do primeiro intermediário. Nisso, garanto dois semestres, o que equivale a quase 130 horas... No entanto, a recomendação nas palestras era garantir 150hs de francês. Fiquei muito insegura com esse resultado e pensei em refazer o teste mês que vem. No entanto, um fato que aconteceu essa semana me fez mudar de idéia. O Lucas, meu cunhadinho, fez a entrevista ontem e passou! Ele disse que foi relativamente simples, que foi tranquilo. Acredito que, portanto, posso estar sendo um pouco pessimista, afinal, oficialmente, não há exigência dessas horas. As informações que tenho recebido no fórum também afirma isso. Decidimos, portanto, mandar o que temos. É claro que a idéia é melhorar isso até a entrevista. Com essa etapa decidida, já temos quase tudo para mandar para São Paulo, faltando somente o restante das cartas de trabalho e o passaporte do Felipe. Estamos quase lá!!
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