Começamos a ter dor de cabeça com a manutenção do nosso primeiro carrinho e ficamos num dilema. Será que valia a pena vendê-lo tendo em vista os novos planos para o futuro? Será que o ideal não seria quitá-lo e permanecer com ele até a eventual saída do país? Pensamos muito sobre isso e decidimos que era importante termos segurança e (por que não?) conforto, até essa data. Primeiro carrinho, comprado com muito sacrifício e que nos acompanhou durante quatro anos. E como trabalhou! Andou muito atendendo a nós dois, não o poupamos para nada. Não tive coragem de deixá-lo na concessionária, o Felipe quem levou e o entregou como entrada para o carro novo. Frescura? Sim, eu sei. Foi válido, entretanto, o exercício do desapego, que é bom já praticar. É só um carro, só uma negociação, nada mais. Não foi fácil vender o kazinho, mas estava na hora. Primeiro carro é sempre diferente, sei que esse apego todo não vai acontecer com o próximo nem com qualquer outro. O carrinho novo é muito bom, mas não investimos nele tudo que gostaríamos por termos os nossos planos de ir embora, portanto, não valia a pena um novo financiamento apertado, mas, de qualque maneira, ele tem algumas frescuras para nosso conforto, hehe. Mais um evento que acontece sob influência dos planos de imigração. Vamos ver qual será o próximo.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Tchau, Brutus...
Começamos a ter dor de cabeça com a manutenção do nosso primeiro carrinho e ficamos num dilema. Será que valia a pena vendê-lo tendo em vista os novos planos para o futuro? Será que o ideal não seria quitá-lo e permanecer com ele até a eventual saída do país? Pensamos muito sobre isso e decidimos que era importante termos segurança e (por que não?) conforto, até essa data. Primeiro carrinho, comprado com muito sacrifício e que nos acompanhou durante quatro anos. E como trabalhou! Andou muito atendendo a nós dois, não o poupamos para nada. Não tive coragem de deixá-lo na concessionária, o Felipe quem levou e o entregou como entrada para o carro novo. Frescura? Sim, eu sei. Foi válido, entretanto, o exercício do desapego, que é bom já praticar. É só um carro, só uma negociação, nada mais. Não foi fácil vender o kazinho, mas estava na hora. Primeiro carro é sempre diferente, sei que esse apego todo não vai acontecer com o próximo nem com qualquer outro. O carrinho novo é muito bom, mas não investimos nele tudo que gostaríamos por termos os nossos planos de ir embora, portanto, não valia a pena um novo financiamento apertado, mas, de qualque maneira, ele tem algumas frescuras para nosso conforto, hehe. Mais um evento que acontece sob influência dos planos de imigração. Vamos ver qual será o próximo.
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